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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

"O Cão Mais Velho de Portugal Foi Descoberto... Numa Gaveta de Museu"

A não perder na edição de hoje do Público, um artigo acerca dos restos arqueológicos mais antigos de cão em Portugal. Muito interessante!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Terra Preta de Índio: um contexto antrópico excepcional

A origem da Terra Preta na América do Sul é um tema intrigante que tem sido alvo de diversas abordagens na Arqueologia daquele sub-continente. Um sedimento extremamente fértil – sem paralelo na área – que tem uma origem antrópica e que terá potenciado a subsistência e crescimento de comunidades humanas na Amazónia há cerca de 2500 anos.

A terra preta surge em manchas de extensões variáveis entre poucas dezenas de hectares até várias centenas. Trata-se de um sedimento criado pelas comunidades que aí viveram, contendo grande quantidade de matéria orgânica e até 70 vezes mais carvão do que os sedimentos envolventes. Podemos imaginar o potencial para estudo de Arqueologia Ambiental.

Ao que parece a “fórmula” de preparação deste solo antrópico não é totalmente conhecida hoje, resultado do abandono dessas áreas e sua conquista pela floresta e do abandono das práticas agrícolas que lhes estavam associadas, i.e., erosão do Traditional Agro-Ecological Knowledge. Facilmente conseguimos imaginar o potencial destes solos férteis nas zonas tropicais onde os bons solos de cultivo não são muito abundantes.

É possível encontrar informações acerca desta realidade em diversos artigos e posts on line. Deixo aqui alguns exemplos:

http://en.wikipedia.org/wiki/Terra_preta

http://archaeology.about.com/b/2011/07/18/terra-preta.htm

http://books.google.com.br/books?hl=pt-PT&lr=&id=tH2fWtRevhcC&oi=fnd&pg=PA1&dq=terra+preta&ots=MmwarqCghw&sig=PInNwcHjM34-ixS8k_FOaPaIGFM#v=onepage&q=terra%20preta&f=false

http://www.jstor.org/stable/280517

http://www.springerlink.com/content/ch88m96jtrfrj4gk/

http://dbs.galib.uga.edu/cgi-bin/ultimate.cgi?dbs=getd&userid=galileo&query=id%3Auga_german_laura_a_200105_phd&_cc=1

sexta-feira, 17 de junho de 2011

InBio: Rede nacional de investigação para a biodiversidade

Notícia do jornal Público

Criada rede nacional de investigação para a biodiversidade com 300 cientistas
17.06.2011
Helena Geraldes

Preencher os espaços em branco sobre a natureza em Portugal e dar apoio científico às políticas públicas é o grande objectivo do InBio, rede que reúne 300 investigadores de 20 nacionalidades e um dos novos Laboratórios Associados do Estado.

O lobo ibérico poderá vir a ser um dos primeiros a beneficiar do InBio - Rede de Investigação em Biodiversidade e Biologia Evolutiva que, durante oito anos, foi apenas uma ideia e que este ano recebeu luz verde do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior como novo Laboratório Associado. A estratégia de conservação do lobo, espécie classificada Em Perigo de acordo com o Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, precisa de “uma revisão” e de “informação mais consistente”, avançou ao PÚBLICO Tito Rosa, presidente do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), organismo estatal que, a 23 de Janeiro, assinou um protocolo de cooperação com os investigadores.

“Cada vez temos menos capacidade para produzir conhecimento, na luta do dia-a-dia para o cumprimento da regulamentação”, comentou o responsável, acrescentando que esta parceria é uma “mais-valia e uma forma de garantir uma intervenção mais correcta, conhecendo melhor os problemas”.

O InBio promove o trabalho em conjunto dos 300 investigadores, 110 dos quais doutorados, do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO) da Universidade do Porto – instituição que apresentou a candidatura – e do Centro de Ecologia Aplicada Professor Baeta Neves, do Instituto Superior de Agronomia (ISA). A estrutura está aberta à participação de outras instituições.

“O nosso grande objectivo é auxiliar o Estado na política pública da biodiversidade, através daquilo que fazemos de melhor em Portugal a nível de investigação”, comentou Nuno Ferrand de Almeida, director do CIBIO.

Para Francisco Rego, coordenador do Centro de Ecologia Aplicada, trata-se de “capitalizar todo o investimento em Ciência que se fez nos últimos 20 anos e que ainda não está suficientemente utilizado”. E, segundo Ferrand de Almeida, “as equipas [de investigadores] estão muito motivadas”.

Entre os primeiros passos desta rede está a participação na revisão da Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e na elaboração de pareceres técnicos-científicos, a partilha de dados para reforçar o conhecimento sobre espécies e habitats, bem como acções de formação e a troca de experiências entre funcionários do ICNB e investigadores do InBio, através de um programa de Residências.

Para já, o InBio vai apostar na promoção da investigação da biodiversidade tropical, no estudo da evolução das espécies na Península Ibérica ao longo dos últimos 20 mil anos e na promoção dos recursos genéticos dos animais e plantas domésticos.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

"Espaços e Arquitecturas em Tell Beydar", um projecto internacional com participação portuguesa

No seguimento do post anterior, dou conhecimento de mais um projecto internacional com participação portuguesa. Trata-se do projecto de investigação “Espaços e Arquitecturas em Tell Beydar” (PTDC/HIS-ARQ/103337/2008) que conta com uma equipa da Universidade de Coimbra, coordenada por Dr.ª Maria da Conceição Lopes e enquadrada numa missão mais vasta da responsabilidade do Centro de Estudos Europeu para a Alta Mesopotâmia (ECUMS).

(imagem retirada do site oficial - aqui)

Tell Beydar localiza-se em território Sírio, próximo da fronteira com o Iraque. Este sítio arqueológico corresponde à cidade de Nabada, fundada no III milénio a.C. período no qual surgiram as primeiras cidades no Norte da Mesopotâmia. Esta localidade foi abandonada no final do III milénio e reocupada posteriormente.

A participação portuguesa conta com uma página na internet (ver aqui) onde é feita uma descrição pormenorizada do projecto e são apresentados os resultados até agora obtidos.

A missão portuguesa incide essencialmente sobre as ruínas do período helenístico, após a conquista de Alexandre.

O sítio da internet salienta principalmente o estudo dos materiais cerâmicos, estudo esse de grande relevância, tendo em conta a escassez de abordagens adequadas a estes materiais helenisticos ao longo dos últimos dez anos de investigação na jazida. Ainda assim, tendo contactado a arqueóloga responsável pela equipa portuguesa, fui informado que a equipa internacional garante uma abordagem interdisciplinar que inclui não só os estudos dos artefactos, como também estudos de arquitectura e estudos paleoambientais.

Este projecto é um bom exemplo de cooperação internacional. Este tipo de cooperação é determinante para o crescimento da Arqueologia portuguesa e para a sua projecção internacional, valorizando os nossos investigadores e as nossas universidades.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

"Investigadores portugueses criam novo método para datar árvores centenárias"

A noticia já tem uns dias e pode ser lida na edição on-line do Público.

As oliveiras antigas, basta terem mais de 150 anos, ficam com o tronco oco. Sem a parte mais antiga para contar os anéis de crescimento ou fazer uma datação com carbono 14, André Soares dos Reis, proprietário de uma empresa que vende oliveiras ornamentais, estava a ver-se confrontado com um problema: como garantir aos clientes a idade das oliveiras antigas?

Bateu a várias portas, todos lhe diziam que isso era impossível. Não desistiu e, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) encontrou quem aceitasse o desafio de desenvolver um método de datação de árvores antigas.

Também o engenheiro florestal José Luís Louzada, da UTAD, começou por dar uma resposta negativa a André Soares dos Reis, proprietário da empresa Oliveiras Milenares, no Vimieiro, perto de Arraiolos. Mas a insistência do empresário foi tal que José Luís Louzada acabou por lhe dizer: "Neste momento, não há desenvolvido nenhum método, a não ser que estudemos o problema para ver se conseguimos arranjar um método alternativo. Está disposto a pagar, podendo nunca chegar-se a bons resultados?"

Entre 2007 e 2008, e pagas "algumas dezenas de milhares de euros" pelo empresário, diz José Luís Louzada, estava desenvolvido um método e as oliveiras puderam passar a ter um certificado oficial a atestar a idade.

Como é que o investigador, com outros colegas da UTAD, resolveu o problema dos troncos ocos? "Já que não podíamos contar os anéis ou fazer a datação por carbono 14, fomos encontrar um modelo matemático que relacionasse a dimensão da árvore com a idade. Mas precisávamos de saber quanto tempo esta espécie demora a atingir determinada dimensão."

Para tal, a equipa teve de estudar os padrões de crescimento da oliveira, no clima português, e usou uma abordagem que faz lembrar as matrioskas, as bonecas russas que vão saindo umas de dentro das outras, na questão dos troncos ocos. "Partimos progressivamente de árvores maiores para mais pequenas, que tinham a parte central do tronco intacta, para estudar o crescimento desta espécie. Nessas árvores, já podíamos contar os anéis e sabíamos a sua forma e dimensão."

Com esses dados, fez-se um modelo matemático, que relaciona a idade, para esta espécie, em condições mediterrânicas, com características do tronco como o perímetro e o raio. Ficou então a saber quantos anos têm de passar até uma oliveira atingir certa dimensão. "Depois de termos esta função, sabe-se a idade de qualquer árvore. Basta medi-la e introduzir os dados num programa de computador."

Datação até três mil anos

Em rigor, a equipa desenvolveu mais do que um modelo matemático. Um deles é para árvores com 500 a 600 anos, com uma margem de erro de cerca de um por cento. A partir daí, não funciona bem, pelo que se aplica outro modelo, com dois por cento de margem de erro: "Numa árvore com mil e tal anos, são mais ou menos 20 anos de erro, o que não é nada. Até três mil anos, este modelo funciona bem", diz José Luís Louzada.

Para validar o método, dataram-se com carbono 14 algumas árvores com o tronco intacto, no Instituto Tecnológico e Nuclear, em Sacavém.

O método permite ainda datar oliveiras novas sem lhes causar danos. Pelos métodos tradicionais, para aceder à parte central, a zona mais velha, formada nos primeiros anos de vida, ou corta-se a árvore ou retira-se um cilindro de madeira com uma broca.

"Desenvolvemos de raiz uma metodologia que permite datar árvores por um processo rápido, não destrutivo, que não provoca qualquer lesão e, talvez o aspecto mais importante, é exequível em árvores ocas", resume José Luís Louzada. "A nível mundial, não existia qualquer método de datação de árvores antigas que satisfizesse todos estes requisitos, o que revela o seu carácter inovador."

Por causa disso, André Soares dos Reis quis proteger o método com uma patente, em partes iguais entre o empresário e a UTAD, para que a concorrência não certifique a idade de árvores velhas. No final de 2008, o pedido deu entrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Passados os dois anos em que teve de ficar pendente, verificando-se se há patentes iguais, a patente deve estar a sair em breve, diz José Luís Louzada. "A patente é do método em si. Neste momento, é para oliveiras, mas pode ser aferido para diferentes espécies."

A ideia é estender o registo de patente à União Europeia, até porque é para Espanha, França e Alemanha que André Soares dos Reis mais exporta oliveiras. Seguem agora acompanhadas por um certificado da UTAD. "Este é um bom exemplo da aplicação e transferência directa da investigação para o mercado", diz Louzada.

A empresa de André Soares dos Reis certifica igualmente a idade de oliveiras vendidas por outras empresas. Ou, como sucedeu agora, o empresário ofereceu ao Convento do Espinheiro, em Évora, a datação da oliveira no seu jardim. Tem 1098 anos, e o certificado é entregue a 19 de Fevereiro.

Mesmo com tal idade, é uma jovem ao lado de uma oliveira do aldeamento turístico de Pedras d"el Rei, perto de Tavira, classificada como árvore de interesse público em 1984. Pelo método do carbono 14 - embora não se saiba quem fez a datação ou que parte da árvore, oca, foi testada -, terá 2016 anos. "Pelo nosso método", diz José Luís Louzada, "a oliveira de Pedras d"el Rei tem 2210 anos".

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Pântanos e rios na origem das primeiras cidades, no Iraque

As equipas americanas voltaram a trabalhar no Iraque, várias décadas depois. Começam já a colocar novas teoria acerca do surgimento e desenvolvimento das primeiras cidades. Aparentemente estas desenvolveram-se nas proximidades de pântanos e não de rios (Tigre e Eufrates).

Segundo a arqueóloga e especialista em detecção remota que liderou uma equipa de trabalho na região, o papel dos rios têm sido sobrestimado. Diz ela que a grande extensão e complexidade do sistema de canais verificado na região foi uma resposta a uma fase de escassez de recursos e não o instigador do desenvolvimento. Segundo ela, as áreas alagadas forneciam um grande manancial de recursos:

"delicate fish and bird bones at sites like Eridu and Uruk have been largely ignored by archaeologists, both because of the focus on sheep and goats and because such bones are not easily preserved."

O caso do Iraque é claramente o de um desfasamento em relação aos desenvolvimentos da arqueologia das últimas décadas. Para a compreensão das civilizações que estão na origem da escrita e, porque não, da nossa civilização, temos de remeter para uma literatura datada e uma arqueologia ultrapassada, em virtude de factores políticos.

Voltando à hipótese da arqueóloga, no fundo não é assim tão inovadora e não é isenta de problemas, como o próprio texto sugere: "the distinction between marshes, fields, and grazing land may be more blurred than she contends."

Esta noticia foi publicada no último número da revista Science.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Cinco milhões de livros digitalizados para decifrar “genoma” cultural

"Dois investigadores da Universidade de Harvard dedicaram quatro anos a este trabalho, que designaram como culturomics, e publicaram hoje os resultados na revista "Science".

Como seria impossível ler todos os livros existentes no mundo, a equipa recolheu uma amostra de cinco milhões de obras e socorreu-se das novas tecnologias, como o Google.

Concluíram que o Inglês cria cerca de 8.500 novas palavras todos os anos, apesar de muitas não serem imediatamente assumidas nos dicionários.

Outra conclusão é que, a cada ano que passa, a Humanidade esquece o seu passado de forma mais célere.

Como exemplo, indicam que as referências a 1880 perduraram até 1912, durante 32 anos. Já as referências a 1973 desapareceram, em média, dez anos depois.

Contudo, as novas descobertas divulgam-se agora mais rapidamente que nunca. Os cientistas asseguram que no final do século XIX as novidades eram difundidas duas vezes mais depressa do que em 1800.

Em relação à notoriedade alcançada por personalidades, os investigadores descobriram que se tem tornado mais óbvia mas também mais efémera. As celebridades nascidas em 1950 atingiam a fama, em média, aos 29 anos. No início do século XIX, a média era de 43 anos."

Ver noticia aqui.

sábado, 6 de novembro de 2010

Arqueociências na TSF

Manuel Vilas-Boas e a TSF levaram os "Encontros com o Património" ao Laboratório de Arqueociências do IGESPAR e deu a conhecer ao grande público os investigadores residentes e os domínios científicos ali trabalhados.

A entrevista focou a importância da Arqueozoologia, Paleobotânica, Paleotecnologia Lítica e Paleobiologia Humana para a reconstrução e compreensão do Passado. A entrevista pode ser escutada integralmente aqui.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Homem moderno já produzia pão há 30 mil anos na Europa

Uma notícia do jornal Público de ontem:


"Há 30 mil anos não havia sal nem fermento na culinária. Por isso, o pão em forma de bolacha era crocante e sem sabor. Uma equipa de investigadores encontrou vestígios em vários sítios arqueológicos na Europa que mostram que este alimento tinha um lugar importante na dieta dos caçadores-recoletores muito antes da existência de agricultura.


“É como um pão achatado, como uma panqueca feita só de água e de farinha”, disse citada pela Reuters Laura Longo, da Universidade de Siena, em Itália, uma dos dez autores do artigo com a descoberta, publicado esta semana na revista Proceedings of the National Academy of Sciences. “Faz-se uma espécie de pita e cozinha-se numa pedra quente”, disse. O resultado é um alimento “crocante como uma bolacha, mas sem grande sabor”.

Os investigadores encontraram grãos de amido em pedras com 30 mil anos que serviriam para moer vegetais, na Itália, na Rússia e na República Checa. Antes, tinham sido encontradas pedras de moagem com 20 mil anos em Israel.

As pedras tinham restos de pequenos grãos de vegetais que os cientistas identificaram como sendo de raízes de fetos, e de uma erva chamada deBrachypodium e grãos do género da Thyfa, que são tão nutritivos como os cereais utilizados hoje.

Só durante o neolítico, há cerca de dez mil anos, é que o homem começou a plantar cereais para a alimentação, iniciando a agricultura. Mas os investigadores defendem que a abundância destas plantas seria suficiente para os alimentos fazerem parte da dieta regular 20 mil anos antes.

Um factor importante para a descoberta destes grãos, foi o facto de os investigadores não lavarem as pedras encontradas. A lavagem das pedras dificultou durante muito tempo a descoberta de vestígios vegetais da alimentação, o que fez pensar que a dieta destas populações era feita à base de carne."

Podem ver a noticia aqui.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Open Anthropology Cooperative Press

A pedido da OACP, temos o prazer de publicar o seu anúncio de apresentação da sua nova iniciativa editorial:

Open Anthropology Cooperative Press (OACP) em Língua Portuguesa é a secção responsável por todas as publicações em Língua Portuguesa dentro da iniciativa global chamada Open Anthropology Cooperative (OAC). Esperamos receber uma grande variedade de trabalhos, desde artigos ainda em fase de desenvolvimento até aqueles que já estejam finalizados. O importante é que todos os trabalhos procurem, de alguma maneira, avançar a Antropologia por meio do engajamento com ideias radicais e inovadoras. Os artigos podem ser sobre qualquer tema dentro das sub-disciplinas da Antropologia ou, ainda, sobre temas interdisciplinares com os quais antropólogos desejem por acaso trabalhar.
O material por nós publicado estará disponível online em formato apropriado para download. Normalmente, essas publicações também serão colocadas em um fórum de discussão da OAC para que possamos receber comentários e assim ter um debate sobre os temas em questão. Não há restrições quanto a re-publicação de material já publicado pela OACP.
A editoria da OACP em Língua Portuguesa espera receber propostas de todo e qualquer membro da cooperativa. Aceitamos artigos independentemente do número de palavras. Para enviar propostas, por favor, entrem em contato com os editores Vanessa Campanacho e Moisés Lino e Silva pelo email: oacpress@openanthcoop.net. Responderemos a todas as mensagens dentro do menor tempo possível.

Bem-vindos(as)!
Para mais informações: http://openanthcoop.net/press/